Autor: Nicole Coimbra

O ecossistema do Ethereum segue em rápida evolução na busca por maior escalabilidade, eficiência e usabilidade. Nesse contexto, as soluções de segunda camada (Layer 2) ganharam protagonismo ao aliviar gargalos históricos da rede principal. Entre elas, a ZKsync desponta como uma das iniciativas mais ambiciosas, ao apresentar um roteiro estratégico para 2026 centrado em privacidade, interoperabilidade e adoção institucional em larga escala. A proposta marca uma mudança clara de fase: da experimentação tecnológica para a consolidação de uma infraestrutura blockchain madura, capaz de atender às exigências de bancos, grandes empresas e mercados regulados. Da inovação à infraestrutura de mercado O…

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Recompra de ações levanta debate sobre o modelo de tesouraria cripto no Brasil Em meio ao avanço da adoção institucional do Bitcoin no cenário global, o Brasil começa a desenhar seus próprios protagonistas nesse movimento. Um deles é a OranjeBTC, empresa que se apresenta como a “Strategy brasileira”, em referência à MicroStrategy, companhia americana que se tornou símbolo da acumulação corporativa de Bitcoin.No entanto, decisões recentes da OranjeBTC têm provocado debates relevantes sobre como esse modelo está sendo adaptado à realidade do mercado brasileiro. Uma “Strategy brasileira” com características próprias Listada na B3 sob o ticker OBTC3 desde outubro de…

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Ouro se reinventa na blockchain em meio às incertezas globais Em um cenário marcado por instabilidade geopolítica, inflação persistente e crescente desconfiança em relação às moedas fiduciárias, o ouro tradicional volta a ocupar o centro das atenções ao revisitar máximas históricas. No entanto, é no universo da Web3 que o metal precioso encontra sua versão mais moderna, líquida e acessível: os tokens lastreados em ouro, com destaque para o Tether Gold (XAUT). Esses ativos digitais representam a propriedade direta de ouro físico, armazenado em cofres de alta segurança, e vêm registrando um crescimento expressivo em adoção. O movimento consolida o…

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Bolsa brasileira quer se tornar a principal infraestrutura de ativos tokenizados do país e acelerar a integração entre mercado financeiro tradicional e Web3 A B3, principal bolsa de valores do Brasil, anunciou um movimento estratégico que sinaliza uma mudança estrutural no mercado financeiro nacional. A companhia planeja lançar, até 2026, uma stablecoin própria lastreada em real (BRL) e uma plataforma robusta de tokenização de ativos, marcando sua entrada definitiva no ecossistema Web3. A iniciativa posiciona a B3 entre as bolsas globais que buscam modernizar sua infraestrutura por meio da tecnologia blockchain, com foco em eficiência operacional, redução de custos e…

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Investidores com até 24 anos lideram o crescimento do setor e impulsionam a adoção de stablecoins e renda fixa digital no Brasil. O mercado de criptomoedas no Brasil passa por uma transformação silenciosa, porém profunda. A principal força por trás dessa mudança é a geração Z, que vem assumindo um papel central na expansão do setor. Entre 2024 e 2025, a participação de investidores com até 24 anos cresceu 56%, segundo dados de mercado, redesenhando o perfil do investidor cripto no país. Mais do que um dado estatístico, esse movimento revela uma nova mentalidade. Diferentemente das gerações anteriores, que enxergavam…

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A oferta de custódia, compra e venda de ativos digitais por grandes instituições financeiras marca um novo capítulo para o mercado e pressiona bancos brasileiros a avançarem na integração com criptomoedas. A adoção institucional de criptomoedas atingiu um novo patamar com a expansão dos serviços ligados a ativos digitais por grandes bancos dos Estados Unidos. Instituições financeiras tradicionais passaram a oferecer a seus clientes soluções de compra, venda e custódia de criptoativos como bitcoin e ether, um movimento que reforça a consolidação e a maturidade do mercado. Mais do que uma tendência pontual, a entrada dos bancos no setor cripto…

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A tokenização de ativos do mundo real, conhecida como Real World Assets (RWA), consolida-se como uma das tendências mais relevantes — e disruptivas — do ecossistema Web3. Projeções indicam que o segmento pode alcançar US$ 300 bilhões em capitalização até o fim de 2025 e US$ 2 trilhões até 2028, posicionando os RWA no centro da transformação financeira global a partir de 2026. O conceito é direto, mas poderoso: converter ativos tangíveis e intangíveis — como imóveis, commodities, ações, títulos de dívida e obras de arte — em tokens digitais registrados em blockchain. Com isso, esses ativos tornam-se fracionáveis, líquidos…

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Decisão surpreende o mercado, redireciona foco para infraestrutura de ativos tokenizados e levanta alertas sobre competitividade digital e avanço das stablecoins privadas. O Banco Central do Brasil (BC) surpreendeu o mercado ao anunciar o encerramento das etapas de desenvolvimento do Drex, a moeda digital brasileira. A informação, divulgada por veículos especializados, marca uma inflexão relevante na estratégia do regulador para moedas digitais e reacende o debate sobre o futuro da tokenização no Brasil, a soberania monetária no ambiente digital e o papel das stablecoins privadas na economia nacional. Embora o BC tenha reforçado que a infraestrutura tecnológica desenvolvida ao longo…

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Sentença nos Estados Unidos encerra a saga do colapso de US$ 40 bilhões do ecossistema Terra/Luna e reforça a responsabilização no mercado Web3 O veredito final sobre o colapso de aproximadamente US$ 40 bilhões do ecossistema Terra/Luna foi proferido com impacto sísmico para o mercado cripto global. Do Kwon, cofundador da Terraform Labs, foi condenado a 15 anos de prisão nos Estados Unidos por seu papel central na fraude que levou à implosão da stablecoin TerraUSD (UST) e do token LUNA, em maio de 2022. A sentença encerra uma das maiores crises da história das criptomoedas e vai além da…

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Tecnologia amplia a proteção no ecossistema cripto, mas também potencializa ataques cada vez mais sofisticados A inteligência artificial (IA), celebrada como uma das maiores forças de inovação para a Web, tornou-se uma arma de dois gumes no universo dos ativos digitais. Enquanto reforça a detecção de vulnerabilidades em smart contracts e aprimora mecanismos de defesa, também tem sido usada por criminosos para arquitetar golpes mais convincentes, como deepfakes e campanhas de phishing altamente personalizadas. Para o investidor brasileiro, essa nova dinâmica evidencia um cenário em que a fronteira entre inovação e ameaça se torna cada vez mais estreita. IA como…

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