Empresa ligada aos Trump compra 1.414 BTC e passa a deter cerca de 3.865 BTC; movimento reforça o bitcoin como ativo de tesouraria e ecoa em investidores brasileiros A American Bitcoin (ABTC), empresa associada à família Trump, aumentou suas reservas de bitcoin em 58% ao adquirir aproximadamente 1.414 BTC. Com a compra, o estoque total chega a cerca de 3.865 BTC, estimado em mais de US$ 160 milhões. O movimento consolida a tese do bitcoin como ativo estratégico de tesouraria corporativa e adiciona combustível à adoção institucional do criptoativo. Segundo especialistas, a decisão dialoga com o ambiente macro: inflação persistente,…
Autor: Nicole Coimbra
A disparada do ouro para máximas históricas reacendeu, entre gestores e analistas, a leitura de que o bitcoin (BTC) pode seguir a mesma trilha como “ouro digital” e alcançar US$ 200 mil nos próximos ciclos. A hipótese, ancorada na chamada “teoria da reavaliação do ouro”, sustenta que momentos de incerteza elevam a busca por ativos de reserva de valor. Se o metal físico volta aos holofotes, o BTC, escasso e globalmente transferível, ganha tração como alternativa moderna. Por que o ouro puxa o bitcoin A lógica é direta: quando cresce a desconfiança em moedas fiduciárias, o capital migra para o…
Divergência no banco central dos EUA alimenta volatilidade e mexe com expectativas no mercado cripto O Federal Reserve (Fed) vive um momento de divisão interna sobre a necessidade de cortar os juros neste mês de outubro. A falta de consenso entre os dirigentes elevou a incerteza nos mercados globais e reacendeu a volatilidade em ativos de risco, incluindo bitcoin e ether [1]. Para investidores brasileiros, as próximas decisões de política monetária nos Estados Unidos serão determinantes para o desempenho das carteiras expostas a criptoativos. O que está em jogo De um lado, integrantes do Fed defendem manter a postura restritiva…
Indústria de games web3 mostra sinais de recuperação com novos lançamentos, entrada de talentos e captação em alta Depois de um 2025 marcado por cortes de orçamento e projetos paralisados, o ecossistema de jogos baseados em blockchain dá sinais claros de retomada. Relatórios recentes apontam aumento na captação de recursos no terceiro trimestre, sugerindo uma virada de chave: da fase de pura especulação para um ciclo de construção e adoção mais consistente [1]. Esse movimento é impulsionado por lançamentos que priorizam jogabilidade e por um influxo de desenvolvedores em redes como Ethereum, Solana e Bitcoin, de acordo com dados da…
SÃO PAULO, Brasil — O mercado de criptomoedas voltou a sentir os efeitos da instabilidade financeira global. O Bitcoin (BTC) recuou para a faixa dos US$ 61 mil, enquanto o setor cripto registrou uma liquidação massiva de cerca de US$ 1,1 bilhão. O motivo? Novas preocupações com a saúde dos bancos regionais dos Estados Unidos, reacendendo o pânico que marcou a crise bancária de 2023. Bancos regionais voltam ao centro da crise O estopim da turbulência foi o anúncio de prejuízos significativos em instituições regionais, como o Zion Bank, que reportou perdas de US$ 75 milhões no terceiro trimestre, resultantes…
As stablecoins, criptomoedas projetadas para manter um valor estável em relação a ativos de referência como o dólar americano, estão se consolidando como pilares da convergência entre o sistema financeiro tradicional (TradFi) e o universo cripto. Relatórios recentes — como o do Standard Chartered — apontam que essas moedas digitais podem atrair trilhões de dólares dos bancos de economias emergentes nos próximos três anos, redesenhando a dinâmica do capital global e o funcionamento das instituições financeiras. Para o investidor brasileiro, compreender essa intersecção é essencial para antecipar tendências e posicionar seu portfólio em um cenário financeiro que evolui rapidamente. O…
A aprovação recente de uma medida provisória que cria uma tributação única de 15% sobre os ganhos de capital com criptomoedas marca um ponto de virada para o mercado de ativos digitais no Brasil. A nova regra, que entra em vigor em 2025, também elimina a isenção mensal que beneficiava pequenos investidores. A mudança tem gerado amplo debate entre traders, empresas do setor e entusiastas das criptomoedas, especialmente sobre seus efeitos práticos na rotina do investidor brasileiro. Como era antes e o que muda agora Até então, o imposto sobre ganhos com criptomoedas seguia a tabela progressiva do Imposto de…
A Caixa Econômica Federal, um dos maiores bancos públicos do Brasil, acaba de dar um passo ousado e estratégico no mercado financeiro ao lançar seu primeiro fundo de criptoativos, em parceria com a gestora Hashdex.A iniciativa marca a entrada oficial de uma instituição bancária estatal de grande porte no ecossistema de moedas digitais, sinalizando um novo estágio de institucionalização do setor e democratizando o acesso a essa classe de ativos para milhões de brasileiros. Um marco para o mercado brasileiro de criptoativos O lançamento do “Caixa Expert Hashdex Nasdaq Crypto Index FIC de Classe de FIF Multimercado” representa um marco…
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil, transformou a forma como os brasileiros realizam transações financeiras — tornando-as mais rápidas, acessíveis e eficientes. Agora, essa inovação pode cruzar fronteiras: dois países já solicitaram licença para se conectar ao sistema brasileiro, sinalizando o início de uma nova era nos pagamentos internacionais. Se concretizado, o Pix internacional promete revolucionar o envio de remessas e o comércio exterior, com impactos diretos sobre investidores, empresas e a própria posição do Brasil como referência global em inovação financeira. O sucesso do Pix e sua expansão global Lançado em 2020, o…
A ascensão meteórica das memecoins tornou-se um dos fenômenos mais curiosos e lucrativos do mercado de criptomoedas nos últimos anos. No entanto, um novo relatório da Galaxy Research revela uma verdade incômoda: embora esses ativos digitais baseados em memes atraiam milhões de usuários em busca de lucro rápido, a maior parte dos ganhos acaba concentrada nas mãos das plataformas centralizadas. Esse cenário levanta questionamentos importantes sobre a distribuição de riqueza no ecossistema cripto e o papel das exchanges na exploração da euforia em torno das memecoins. A economia dos memes De acordo com o estudo da Galaxy Research, a popularidade…