Quando se fala em adoção em massa de ativos digitais e aplicações descentralizadas, a narrativa costuma se concentrar em escalabilidade, taxas e segurança do código. Esses temas são importantes, mas escondem uma verdade simples e pragmática: a adoção em larga escala não acontece enquanto a experiência do usuário for complicada. Em bom português: não importa quão poderosa seja uma rede se o cidadão comum precisa entender seed phrases, gas fees, diferentes formatos de endereço, bridges e assinaturas técnicas para participar. Essa barreira vem sendo desmontada por uma inovação menos famosa, porém fundamental: a Account Abstraction, ou abstração de contas. Por…
Autor: Kirttan Godoi
As stablecoins deixaram de ser apenas uma alternativa do ecossistema cripto e passaram a ocupar um novo lugar no mercado brasileiro. Com a entrada em vigor das Resoluções BCB 519, 520 e 521, além da IN BCB 701, o Banco Central redefiniu o ambiente regulatório para ativos virtuais e remessas com cripto no país. A mudança é especialmente relevante para quem paga, recebe ou movimenta stablecoins em operações que envolvem transferência de valor. Na prática, o novo marco trouxe mais clareza para o setor, mas também elevou o nível de exigência para empresas, plataformas e usuários. Regulação muda o jogo…
Era 2001. A bolha da internet acabava de explodir. Empresas de tecnologia quebravam em série. O otimismo dos anos 90 virou cinzas da noite para o dia. Enquanto o Vale do Silício chorava seus prejuízos, um programador de 26 anos, sentado no quarto da sua casa, estava prestes a criar algo que viraria a internet de cabeça para baixo, e plantaria, sem saber, a semente que germinaria oito anos depois como Bitcoin. Seu nome: Bram Cohen. A história do Bitcoin tem um protagonista famoso e anônimo: Satoshi Nakamoto. Mas toda grande história tem um capítulo que ninguém leu. E o…
Nos dias 1 e 2 de junho, a cidade de São Paulo recebe mais uma edição do TokenNation 2026, um dos principais encontros brasileiros voltados para Web3, inteligência artificial, tokenização e infraestrutura financeira digital. Entre as empresas confirmadas no evento está a Liberpay, que participará da programação com stand próprio e presença em debates estratégicos sobre o futuro dos pagamentos digitais no Brasil. Realizado na Bienal de São Paulo, o evento reúne executivos, desenvolvedores, investidores, reguladores e representantes do ecossistema blockchain em dois dias de palestras, networking e demonstrações tecnológicas. A presença da Liberpay no encontro acontece em um momento…
Brasília, maio de 2026 — A Liberpay participa do Innova Summit 2026, nos dias 13 e 14 de maio, em Brasília, com uma ativação voltada à demonstração prática do uso de stablecoins em pagamentos do dia a dia. Durante o evento, além da distribuição de brindes, participantes poderão receber da Liberpay, 10 USDC e utilizar o saldo em restaurantes e lanchonetes da praça de alimentação em uma experiência real de consumo com ativos digitais. A iniciativa será realizada no espaço CriptoChain, dedicado a blockchain, Web3 e ativos digitais. A proposta da Liberpay é mostrar na prática, como as stablecoins podem…
Em 2026, uma tendência marcante no Web3 é a integração de agentes de IA on-chain, programas autônomos que operam em blockchains e interagem com protocolos DeFi. Esses conceitos exploram como a inteligência artificial pode se conectar a redes descentralizadas, gerando debates sobre automação, governança e oportunidades conceituais. O que São Agentes de IA On-Chain e Sua Convergência com Web3? Agentes de IA on-chain são softwares que executam tarefas em blockchains públicas, como Ethereum ou Solana, usando dados de oráculos para analisar informações de mercado. Eles representam a fusão entre IA descentralizada e finanças programáveis: • Funcionamento conceitual: Integram modelos de…
Imagine transformar um imóvel milionário em frações acessíveis para qualquer investidor comum, negociadas 24/7 na blockchain, com liquidez instantânea e transparência total. Essa não é ficção científica, é a realidade dos Real World Assets (RWAs), a tokenização de ativos do mundo real que está redefinindo as finanças em 2026. Essa convergência entre finanças tradicionais (TradFi) e descentralizadas (DeFi) gera um engajamento explosivo: quem não quer multiplicar rendimentos reais enquanto Wall Street e o mercado brasileiro abraçam a blockchain? O Que São RWAs e Por Que Eles Hipnotizam Investidores? RWAs representam a ponte perfeita entre o mundo físico e o digital:…
O Brasil fechou 2025 com um marco histórico: R$ 4,5 trilhões movimentados em pagamentos com cartões, totalizando 48,1 bilhões de transações, de acordo com o Panorama ABECS. Esse volume colossal reflete o crescimento acelerado do comércio eletrônico e do varejo físico, impulsionando a economia nacional. No entanto, por trás desses números impressionantes, esconde-se uma realidade dolorosa para empresas de todos os tamanhos: os custos exorbitantes para simplesmente receber dinheiro. E-commerces, lojas físicas, freelancers e prestadores de serviços estão sangrando margens com taxas que chegam a 5-16% por transação, além de perdas bilionárias com pagamentos negados, Pix rejeitados e chargebacks. Aqui vai a pergunta que está revolucionando…
Entrar no mundo das criptomoedas em 2026 é empolgante, especialmente com o Bitcoin consolidado como reserva de valor e o ecossistema brasileiro amadurecendo. Mas o hype vem com riscos ampliados pela nova regulação do Banco Central (BC), que exige que exchanges e wallets se autorizem como SPSAVs (Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais) até novembro de 2026, ou fechem as portas. Muitos iniciantes perdem tudo por erros evitáveis, agravados agora por prazos regulatórios apertados. Aqui, expandimos os 3 erros fatais do nosso carrossel no Instagram, com foco na realidade brasileira pós-Resoluções BC 519, 520 e 521 (vigentes desde fevereiro de 2026).…
Analisando Custos em Trilhões com Pagamentos Diretos em Stablecoins O Brasil é um gigante dos pagamentos. Todos os anos, o país movimenta trilhões de reais em transações financeiras, impulsionado por um ecossistema robusto, consolidado e em constante expansão. De Pix a cartões de crédito, de boletos a transferências bancárias, o volume é impressionante: segundo dados do Banco Central, o sistema de pagamentos instantâneos como o Pix já ultrapassou os R$ 20 trilhões em 2025, com crescimento anual acima de 50%. Mas algo está mudando. Pela primeira vez, o custo dessas operações deixa de ser visto como um mal inevitável e passa a ser analisado…